quarta-feira, 18 de março de 2020

Vereador Sá Marques já chamava a atenção para o risco de problemas no Hospital da Criança


O vereador Sá Marques, nesta terça-feira (17), foi chamado às pressas ao Hospital da Criança, no bairro da Alemanha. Chegando lá, o parlamentar  se deparou com o forro de PVC caído sobre dois bebês, sendo um deles em uma incubadora, em um espaço que tem no máximo 30 metros quadrados com 25 crianças, denunciou a situação de calamidade o vereador de São Luís. Veja o vídeo:



"Fora toda essa situação comprometedora, boa parte das crianças ainda apresentava quadro de pneumonia. Conversei com várias mães que me relataram a situação de abandono em que se encontra o Hospital da Criança, inclusive com problemas não só no teto, mas também em outras estruturas da unidade de saúde. Ouço também relatos de profissionais que trabalham no local que sequer tem máscaras para utilizarem o que configura um cenário de descaso total", denunciou o parlamentar.



Sá Marques na prerrogativa de vereador, tendo o dever e o respaldo de fiscalizar as ações do Executivo, tentou entrar no prédio, mas foi barrado por um vigilante. O vereador se dirigiu a outra portaria aonde teve mais uma vez seu acesso restringido por uma pessoa que se identificou como chefe de portaria. O vereador foi impedido de entrar e foi desrespeitado por seguranças e até por uma profissional que presta serviço na unidade, segundo relatou ao blog.



"Procurei o Ministério Público para relatar essa situação. E destaco aqui que há sete anos as obras no Hospital da Criança se arrastam sem que a Prefeitura de São Luís conclua. Digo aqui mais uma vez, recentemente aprovamos um empréstimo para o Executivo Municipal de mais de R$ 300 milhões, aonde está sendo aplicado esse dinheiro. Essa situação no Hospital da Criança de extrema periculosidade, ocorre prestes ao risco da pandemia do Coronavírus chegar a São Luís e casos de H1N1 já registrados na capital", disse Sá Marques.



O vereador também reiterou o descaso do município no que envolve o pagamento de aluguéis, como é o caso do prédio sede aonde funciona o SAMU, no bairro do Filipinho. Segundo o parlamentar, a Prefeitura de São Luís não efetua o pagamento há cinco meses. Reveja aqui no blog:


"Diante dessa crise do Coronavírus, dessa pandemia que atinge o mundo, a qualquer momento o SAMU pode ser desalojado por medida judicial por falta de pagamento de aluguel. Vejam o tamanho absurdo! Estamos falando de saúde, setor fundamental dentro da prestação de serviço público, em um momento delicado para o país e para o mundo, e temos que encarar uma situação como esta envolvendo o SAMU, tão importante e estratégico órgão dentro da rede de saúde pública do município de São Luís", relatou Sá Marques.

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