Entre janeiro e julho deste ano 225 procedimentos foram feitos nos Cartórios de Registro Civil. Número de registros somente em nome da mãe cresceu em 2021
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| Foto Reprodução |
Mesmo com aumento no reconhecimento de paternidade em 2021, registrando pela segunda vez crescimento nos atos em um primeiro semestre no Maranhão, cerca de 5.559 mil crianças nascidas neste ano ainda não terão motivos para festejar no próximo domingo, data em que se comemora o Dia dos Pais no Brasil. Com uma série de ações voltadas à facilitação do reconhecimento de paternidade, responsáveis por diminuir pela metade a falta do nome do pai na certidão de nascimento no País, a quantidade de crianças registradas somente em nome da mãe ainda é alta no Estado.
Desde 2012, o procedimento para reconhecimento de paternidade se tornou mais simples e fácil no estado, ao ser feito diretamente nos Cartórios de Registro Civil, sem a necessidade de procedimento judicial. Ainda com todas as facilidades, os registros feitos somente em nome da mãe cresceram em quase 2 mil atos, fazendo com que o percentual de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento aumentasse do patamar de 1,5% para uma média de 4,44% a partir de 2016, quando a nova sistemática foi consolidada.
Há quatros anos o percentual de crianças com apenas o nome da mãe na certidão de nascimento vem subindo, crescendo para 8,36% em 2018, 9,19% em 2019, 9,16% em 2020 e 9,77% em 2021. Já os atos de reconhecimento de paternidade, que totalizaram 225 atos entre janeiro a julho de 2019, caíram para 86 em 2020, e voltaram a aumentar em 2021, registrando 225 atos, proporcionalmente 161,3% maior que os seis primeiros meses do ano anterior.
BRASIL
Quase 100 mil crianças nascidas neste ano não terão motivos para festejar no próximo domingo, data em que se comemora o Dia dos Pais no Brasil. Mesmo com uma série de ações voltadas à facilitação do reconhecimento de paternidade, responsáveis por diminuir pela metade a falta do nome do pai na certidão de nascimento, ainda é grande o número de recém-nascidos que possuem somente o nome da mãe no registro, atingindo em 2021 o terceiro ano seguido com queda nos atos em um primeiro semestre.
Desde 2012, o procedimento para reconhecimento de paternidade se tornou mais simples e fácil no País. Ao ser feito diretamente nos Cartórios de Registro Civil, sem a necessidade de procedimento judicial, possibilitou uma diminuição de quase 110 mil registros antes feitos somente em nome da mãe, fazendo com que o percentual de crianças sem o nome do pai na certidão de nascimento caísse do patamar de 10% para uma média de 5% a partir de 2016, quando a nova sistemática foi consolidada.
No entanto, há quatros anos o percentual de crianças com apenas o nome da mãe na certidão de nascimento voltou a subir, crescendo para 5,5% em 2018, 5,9% em 2019, 6% em 2020 e 6,3% em 2021. Já os atos de reconhecimento de paternidade, que totalizaram 35.243 atos em 2019, recorde da série histórica iniciada em 2012, caíram para 23.921 em 2020, e 13.297 atos em 2021, proporcionalmente 1,6% menor que os seis primeiros meses do ano anterior.

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