Em depoimento à CPI dos Transportes na manhã desta terça-feira, 11 de janeiro, o empresário Gilson Caldas Neto, proprietário da empresa Ratrans, afirmou que o desequilíbrio no sistema vem desde o primeiro ano de execução do contrato firmado com a Prefeitira de São Luís em 2016.
Segundo Gilson Neto, 'a pandemia veio só para dar um golpe final na saúde do sistema'. Ele falou da necessidade de um apoio maior por parte do município para evitar um colapso nos serviços, o que traz consequências para praticamente toda a população de São Luís.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga os contratos do Sistema de Transporte Coletivo da capital maranhense, também ouviu, na manhã de hoje, o secretário adjunto da SMTT à época, Israel Petrus; e Isaías Castelo Branco, ex-presidente do Sindicato dos Rodoviários remarcou sua oitiva.
Na segunda-feira, dia 10, o relator da CPI dos Transportes, vereador Álvaro Pires, entregou pessoalmente requerimento à SMTT e ao SET, solicitando diversas informações referentes à licitação do Sistema de Transporte de São Luís, a exemplo do demonstrativo detalhado do faturamento das empresas e a planilha de custos do Sistema de Transportes.
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