O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, morreu neste sábado (28) após uma série de ataques americanos e israelenses.
A morte foi confirmada por Trump em uma publicação em sua rede social, na qual acusa o ditador de ter sido uma das piores pessoas na história:
Para conseguir apoio da Guarda Revolucionária e das autoridades policiais, Trump ofereceu a possibilidade de dar imunidade por crimes cometidos em nome do governo.
Além disso, o presidente também anunciou que os ataques ao país devem continuar ao longo da semana.
Apesar das afirmações, o chanceler iraniano Abbas Araghchi chegou a dizer que o líder supremo estava bem e que "quase todos os oficiais estão sãos e salvos".
A versão do governo iraniano é que o aiatolá foi levado para um lugar seguro antes do ataque.
Ali Khamenei governa o país desde 1989, após a morte do fundador da República, o aiatolá Ruhollah Khomeini.
Antes disso, ele ocupou o cargo de presidente e teve um importante papel durante a Revolução Islâmica em 1979.
Um novo líder deverá ser eleito por uma assembléia formada por 88 clérigos xiitas escolhidos pelo povo.

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