Desde janeiro, quando os EUA capturaram Nicolás Maduro, quem realmente está mandando na Venezuela nem sequer está no país — na verdade, está em Washington, liderando tudo à distância. |
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Rubio é filho de cubanos e ocupa um dos cargos mais importantes do alto escalão do governo americano — chegando a aparecer, inclusive, nas pesquisas de opinião para a próxima eleição presidencial. |
É tudo pelo “grupo no Whats”: Mesmo sem ter pisado na Venezuela desde a captura de Maduro, ele mantém contato quase diário, em espanhol, via WhatsApp, com a presidente interina Delcy Rodríguez. |
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Segundo a reportagem, ele participa de decisões sobre o orçamento do governo, o destino das receitas do petróleo, a política externa e até indica quais medidas a administração venezuelana deve priorizar. |
Money talks: O dinheiro ajuda a explicar esse poder, já que grande parte da receita obtida com as exportações venezuelanas estaria passando primeiro pelo governo dos EUA. |
O Tesouro americano então libera os recursos aos poucos, estabelecendo regras de como eles podem — e devem — ser usados. O NY Times chegou a comparar isso a um pai controlando a mesada do filho. |
O Tio Sam decide tudo: Rodríguez ainda consulta Rubio sobre nomeações, extradita venezuelanos procurados pela Justiça americana e deixa que Washington dite os rumos da política externa do país. |
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Já os críticos dizem qUe a Venezuela perdeu parte relevante de sua soberania e passou a funcionar, na prática, sob a forte tutela dos EUA. Fonte: Espresso |

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