quinta-feira, 30 de julho de 2026

CGJ-MA e Diretoria-Geral alinham ações para funcionamento dos fóruns no interior

 

A Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão (CGJ-MA) e o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por meio da Diretoria-Geral, reuniram-se, nesta quarta-feira (29/7), com magistrados(as), diretores(as) de fóruns e secretários(as) judiciais de unidades de todo o estado.

O encontro teve como objetivo alinhar ações para manter o funcionamento dos fóruns, o atendimento à população e a implantação de melhorias nas comarcas, principalmente no interior do Maranhão.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Gonçalo de Sousa Filho, reforçou a necessidade de manter o atendimento presencial nas unidades e destacou a importância da presença dos magistrados(as) nas comarcas.

"Nós somos os olhos do Judiciário nas comarcas", afirmou o corregedor-geral ao tratar da atuação dos juízes(as) e do contato com as demandas locais.

APOIO ÀS UNIDADES

A diretora-geral do TJMA, juíza Ticiany Gedeon, ressaltou a importância do diálogo entre o Judiciário e as demais instituições para buscar soluções voltadas ao atendimento da população.

A diretora-geral também reforçou a disponibilidade do TJMA para apoiar as comarcas do interior nas demandas administrativas e estruturais necessárias à manutenção do pleno funcionamento dos fóruns.

A reunião foi realizada em formato híbrido. Na sala da Presidência do TJMA, participaram os juízes Marcelo Oka, diretor do Fórum Desembargador Sarney Costa; Francisco Reis Júnior, coordenador da Divisão de Planejamento Estratégico da CGJ-MA; José Américo Costa; e Leonardo Barbosa Beserra.

Também estiveram presentes o diretor administrativo do TJMA, Rodrigo Valente; o diretor da Secretaria da CGJ-MA, Júnior Oliveira; a coordenadora de Planejamento e Inovação, Haylla Castelo Branco; o coordenador das Serventias Judiciais, Júnior Batista; e a chefe de gabinete da CGJ-MA, Laiana Cristina.

"Admiração pela resistência", diz ouvidora-geral do STF a quebradeiras de coco do Maranhão

Comitiva do TJMA e do Supremo interage com comunidade Viva Deus, em Imperatriz, ouve reivindicações e cria canal de comunicação durante visita do programa de Escuta Territorializada

"Admiração pela resistência", expressou a magistrada, ao final do encontro com a comunidade, a 45 km do centro de Imperatriz.

A visita é parte da programação do projeto-piloto do Programa de Escuta Territorializada, iniciativa da Ouvidoria dos Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais do STF.

A juíza Flávia Viana classificou como muito bom e enriquecedor o diálogo que proporcionou à comitiva ouvir palavras de resiliência, resistência e que deixou claro, por meio da conversa com as quebradeiras de coco, a importância do babaçu para a vida e a cultura da região. Disse que a Ouvidoria vai acompanhar de perto a situação das quebradeiras de coco.

"Nos emociona e nos faz ter certeza de saber que a luta de vocês não é em vão", destacou Flávia Viana.

As equipes das duas Cortes interagiram com as quebradeiras de coco babaçu do Acampamento Viva Deus, ouviram suas reivindicações e criaram um canal de comunicação para apresentação de informações, sugestões e reclamações, durante a visita do programa de Escuta Territorializada. As famílias das quebradeiras de coco do local dizem que ainda vivem em ambiente de tensão e ameaças de expropriação.

A comunidade localizada na região da Fazenda Eldorado, na divisa de Imperatriz e Cidelândia, faz parte do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), que representa mais de 400 mil quebradeiras de coco do Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins, com seis unidades regionais, três delas no Maranhão. É um assentamento iniciado em 2003, formalizado em 2009 e que previa, inicialmente, a ocupação de 3 mil hectares por 110 famílias, com decreto de desapropriação assinado em 2014.

A comitiva do STF e do TJMA que visitou a comunidade foi composta pela juíza ouvidora-geral do Supremo, Flávia da Costa Viana; pela assessora-chefe da Ouvidoria da Mulher do STF, Beatris Ramos; pela coordenadora-geral do Comitê de Diversidade do TJMA, juíza Elaile Carvalho; pela juíza ouvidora dos Povos Indígenas do Judiciário maranhense, Adriana Chaves; pela secretária do Comitê de Diversidade, Ellen Serra; e por duas integrantes do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejur-TJMA): Lígia Pestana (coordenadora-administrativa) e Juza Dias (assistente).

APROXIMAR DA JUSTIÇA

Inicialmente, as três juízas e a assessora-chefe da Ouvidoria da Mulher do Supremo explicaram os trabalhos desenvolvidos pelo TJMA, e em especial pelo STF, com o programa de Escuta Territorializada, para aproximar as comunidades da Justiça, principal propósito da Ouvidoria dos Povos Indígenas, Quilombolas e Comunidades Tradicionais do Supremo.

A escolha do Maranhão para o projeto-piloto se deu em razão de sua expressiva diversidade sociocultural e das experiências desenvolvidas pelo TJMA, entre elas a atuação pioneira da Ouvidoria Indígena, referência nacional na promoção do diálogo institucional com povos indígenas e comunidades tradicionais.

Em seguida, as representantes do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa do TJMA conduziram uma roda de diálogo, com apresentação de todas as pessoas participantes, falas sobre a importância do trabalho das quebradeiras de coco babaçu, o que elas esperam do sistema de Justiça e, por fim, a avaliação do encontro.

"Completamente grata a Deus por essa oportunidade de você estar aqui nos ouvindo e levar a nossa mensagem para dar continuidade naquilo que a gente quer. E a gente quer dizer que está de portas abertas para receber vocês", disse a quebradeira de coco Eunice da Conceição Costa.

"Estou vendo uma porta aberta de diálogo, então continuo com a esperança de que esse diálogo vai ser fortalecido e que a gente vai poder aprofundar mais", falou a colega Maria José Silva.

"É gratidão por vocês estarem aqui se colocando à disposição para estar, futuramente, presente, se manifestando, a atuar junto com a gente nessa luta", disse a assessora do MIQCB - Regional Imperatriz e quebradeira de coco, Lucélia Carvalho de Lima.

As mulheres da comunidade Viva Deus e de outras comunidades da região utilizam o coco de babaçu para produção de azeite, artesanato e carvão.

ESCUTA TERRITORIALIZADA

O programa de Escuta Territorializada busca compreender as realidades locais, identificar barreiras de acesso ao Judiciário, por meio de diagnósticos produzidos a partir da interação, que gerem conhecimento para subsidiar respostas institucionais mais inclusivas e sensíveis à diversidade sociocultural brasileira. A iniciativa também prevê a formação de ouvidores comunitários e a elaboração de um relatório sobre acesso à Justiça e participação social.

SEGUNDO DIA

Esse foi o segundo dia de atividades da comitiva em parceria com o STF no Maranhão, estado escolhido para sediar a primeira edição da ação voltada ao fortalecimento da participação social e à ampliação do acesso à Justiça, por meio do diálogo direto com povos e comunidades tradicionais. Na véspera, houve visita ao Quilombo da Liberdade, na capital.

PROGRAMAÇÃO

A programação prossegue nesta quinta-feira (30/7), quando a comitiva estará na Terra Indígena Araribóia, em Amarante do Maranhão. Já no dia 31/7, visitará a Terra Indígena Krikati, em Montes Altos, dando continuidade às atividades de escuta territorializada junto a povos e comunidades tradicionais do Maranhão.

TJMA investe em novo Data Center para acelerar sistemas e o PJe

 

Com o objetivo de fortalecer a modernização tecnológica do Poder Judiciário maranhense e otimizar o desempenho dos sistemas judiciais, especialmente o Processo Judicial Eletrônico (PJe), o Tribunal de Justiça do Maranhão recebeu, na última sexta-feira (24/7), um novo Data Center container. O equipamento vai substituir o centro de dados que já funciona há mais de 15 anos na instituição e atuar de forma integrada ao Data Center do Fórum de São Luís. Com entrega prevista para setembro, a estrutura passará por fase de testes nas próximas semanas.

A tecnologia conta com infraestrutura modular, alimentação elétrica ininterrupta e dualizada, além de climatização de precisão e rede de alta velocidade, capazes de suportar a carga de processamento do PJe e dos novos projetos de Inteligência Artificial do Tribunal, com ganho em velocidade de leitura ou escrita de dados e capacidade de expansão física sem prejuízos em relação ao ambiente antigo.

O diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação, Cláudio Sampaio, explicou que a nova estrutura estará integrada ao centro de dados que está em funcionamento, formando uma rede interligada por um anel óptico de fibra e permitindo maior segurança, velocidade e espaço para que os sistemas não parem de funcionar, mesmo diante de falhas técnicas ou imprevistos.

A chegada desta nova infraestrutura representa um marco de modernização para o Poder Judiciário do Maranhão. Estamos substituindo um ambiente antigo por um Data Center com certificação internacional Tier III e altíssimo nível de redundância. Isso se traduz na garantia de que os serviços digitais do Tribunal, especialmente o PJe, funcionarão com máxima estabilidade, segurança e rapidez, oferecendo à sociedade maranhense uma Justiça cada vez mais acessível e eficiente", disse.

Para o chefe da Divisão de Serviços de TI, Leandro Lima, que acompanhou os testes finais de montagem do container na fábrica em São Paulo, a implementação do novo Data Center assegura a continuidade dos serviços digitais.

Esse novo Data Center é a fundação segura que precisávamos. Nosso maior desafio agora é uma operação de precisão para migrar todos os nossos equipamentos para o novo ambiente, garantindo que o PJe e os serviços do tribunal não parem. É um salto gigantesco de qualidade para a TI e para a prestação jurisdicional no Maranhão", afirmou.

MAIS SEGURANÇA

O centro de dados permite maior segurança, velocidade e espaço para que os sistemas não parem de funcionar, mesmo diante de falhas técnicas, com proteção contra arrombamentos e outros eventos. Com o investimento, o TJMA reforça sua infraestrutura tecnológica e garante a melhoria dos serviços administrativos judiciais eletrônicos.

Alinhada à Estratégia Nacional de TI do Poder Judiciário, a estrutura conta com mecanismos de certificação de segurança e qualidade do mercado como a garantia de Manutenção Concorrente, ou seja, manutenção elétrica ou mecânica sem desligamento dos sistemas, resistência e contenção de fogo e calor externo de até 1.000 °C por, no mínimo, 120 minutos e resiliência contra alagamentos externos.

CELERIDADE

Com circuitos de rede de alta velocidade e bancos de dados hospedados em storages de alta performance, o sistema PJe e as demais aplicações do TJMA ganharão em tempo de resposta e processamento, eliminando os riscos de lentidão provocados por instabilidades elétricas ou de superaquecimento na infraestrutura e tornando a prestação jurisdicional mais célere para magistrados/as, servidores/as, advogados/as e cidadãos maranhenses.

A estrutura conta ainda com garantia de integridade física das mídias de armazenamento e proteção total contra perda de dados em casos de desastres ou sinistros corporativos e alinhamento à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando a confidencialidade, integridade e disponibilidade.

Comitê de Segurança das Eleições 2026 será instalado dia 30 de julho, às 9h30

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão instalará, no dia 30 de julho, às 9h30, no Auditório Irtes Cavaignac, do 5º andar do prédio-anexo, o Comitê de Segurança das Eleições 2026, que tem como objetivo coordenar as ações de segurança e gerenciar os potenciais riscos relacionados ao processo eleitoral.

A solenidade será presidida pela presidente do TRE-MA, desembargadora Francisca Galiza, e pelo corregedor eleitoral, desembargador Sebastião Bonfim.

Participarão do evento, a Procuradoria Regional Eleitoral, o Ministério Público, as Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária, Corpo de Bombeiros, Agência Brasileira de Inteligência, Capitania dos Portos, Exército, Centro Tático Aéreo, entre outros órgãos de segurança.

O Comitê funcionará nas dependências do TRE, promovendo a integração entre as instituições responsáveis pela segurança do pleito.

Novas regras da Tarifa Social: Equatorial Maranhão alerta clientes sobre atualização cadastral

Só na Grande Ilha, mais de 90 mil famílias podem perder o desconto na conta de luz

 

A Equatorial Maranhão reforça a importância de manter o cadastro atualizado para garantir a permanência no benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). As novas regras da Tarifa Social, estabelecidas pela Resolução Normativa nº 1.147/2025 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), acendem o alerta para os mais de 350 mil beneficiários que podem perder o desconto na conta de luz e para a necessidade de regularização cadastral.

A nova regulamentação estabelece que obrigatoriamente o titular da conta de energia deve integrar o mesmo grupo familiar cadastrado no CadÚnico, e o município vinculado ao NIS deve corresponder ao município onde o cliente reside. A Distribuidora alerta que, para não perder o benefício, a revisão cadastral deve ser realizada sempre que houver mudanças na composição familiar, no endereço, na renda ou, no mínimo, a cada dois anos, conforme as regras do programa.

No Maranhão, o número de consumidores que já recebem o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica ultrapassa a marca de 1,1 milhão. No entanto, aproximadamente três em cada dez beneficiários ainda precisam regularizar o cadastro para manter o acesso ao benefício. Só na Grande Ilha, mais de 90 mil famílias precisam atualizar os dados no Cadastro Único para não perder o desconto na conta de energia.

Apenas na capital, São Luís, mais de 64 mil famílias precisam regularizar as informações para continuar recebendo o desconto da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). Na sequência, estão os municípios de São José de Ribamar (17.490 beneficiários), Paço do Lumiar (9.801), Barreirinhas (5.381) e Tutóia (4.567), evidenciando a necessidade de atualização cadastral em toda a região para garantir a permanência no benefício.

Mais de 400 mil famílias ainda podem aderir ao benefício

Além dos consumidores que precisam atualizar seus dados, o Maranhão possui um número expressivo de famílias aptas a receber a Tarifa Social, mas que ainda não estão cadastradas no programa. De acordo com o levantamento, mais de 400 mil famílias maranhenses têm perfil para receber o benefício, porém ainda não realizaram o cadastro necessário.

O cenário reforça a importância da atualização cadastral e da busca ativa por parte dos consumidores, ampliando o alcance do programa e garantindo que mais famílias tenham acesso ao desconto na conta de energia elétrica.

Saiba como atualizar ou solicitar o benefício

Os consumidores devem acompanhar sua situação cadastral e procurar os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou os postos de atendimento do Cadastro Único sempre que houver necessidade de atualização.

Após regularizar os dados no CadÚnico, o cliente pode solicitar a inclusão na Tarifa Social de Energia Elétrica de forma simples e rápida por meio dos canais de atendimento da Distribuidora:

* WhatsApp da Clara, assistente virtual da Equatorial Maranhão: (98) 2055-0116;

* Site da Equatorial Energia;

* Agências de atendimento da Distribuidora.

Para realizar o cadastro, é necessário ter em mãos o CPF, o Número de Identificação Social (NIS) ou o número do Benefício de Prestação Continuada (BPC), além do número da unidade consumidora presente na conta de energia. A atualização cadastral é um procedimento simples, mas essencial para garantir a manutenção da Tarifa Social e o acesso a outros programas sociais vinculados ao Cadastro Único.

Júri Popular de Bequimão julga dois homens por crimes contra a vida

 

O Tribunal do Júri Popular de Bequimão realizou duas sessões no dia 16 de julho de 2026, para julgar duas ações penais envolvendo crimes de homicídio e homicídio qualificado, praticados na cidade.

A juíza Patrícia Bastos dos Santos, titular da Vara única, presidiu as sessões de julgamento, realizadas no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos de Bequimão, com a atuação do promotor de Justiça Frederico Joviano dos Santos.

HOMICÍDIO QUALIFICADO

Na primeira sessão, o Conselho de Sentença julgou o lavrador Alexandrino Almeida Andrade ("Cila") e seu amigo, Edmundo de Jesus C. Barbosa ("Dedé"), pelo crime de tentativa de homicídio cometido em 15 de abril de 2006, por volta das 22h, em uma festa no Povoado Coelho.

Os homens teriam tentado matar Raimundo Nonato Álvares Lopes com um golpe de facão na altura do pescoço, não concluindo o homicídio por intervenção de outras pessoas. Segundo o depoimento da vítima, Alexandrino teria dado o golpe, enquanto Edmundo o teria segurado. O primeiro confessou o crime, que teria sido praticado, segundo contou à Polícia, a mando do segundo, porque a vítima tinha tentado trocar uma garrafa de whisky vazia por uma cheia.

Os jurados do Conselho de Sentença responderam positivamente às perguntas sobre a ocorrência do crime e sua autoria, mas acataram a alegação da defesa, decidindo pela absolvição do réu.

CONDENAÇÃO

Na segunda sessão, às 12h30min, o lavrador Gilson Almeida Cantanhede, lavrador, réu confesso, foi condenado a 12 anos, dois meses e três dias de reclusão, por homicídio qualificado de José Eduardo Ferreira, saem chance de defesa da vítima.

O crime, praticado com um golpe de faca no abdômen da vítima, ocorreu em 23 de dezembro de 2005, por volta das 19h30min, no bar do senhor Xexéu, no Povoado Paracatiua. O denunciado teria ido tomar satisfação com a vítima por ter sido agredido. Testemunhas informaram que o denunciado chegou ao bar em que a vítima se encontrava e esperou o momento certo para a surpreender, sem discussão.

Na sessão, após a votação dos quesitos sobre as circunstâncias do crime, os jurados confirmaram a materialidade e autoria, mas negaram a desclassificação do crime para lesão corporal seguida de morte e reconhecendo que o crime foi praticado por motivo fútil e de forma que dificultou a defesa da vítima. 

Ao final, a juíza declarou o réu culpado do crime, estabelecendo a pena de reclusão e determinando o seu imediato cumprimento.

VÍDEO: Policiais Militares envolvidos em briga em Barreirinhas são afastados

Policiais militares do Maranhão foram afastados das atividades operacionais nesta quarta, 29 de julho de 2026 após vídeos mostrarem agressões contra um jovem durante uma vaquejada em Barreirinhas. A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão determinou apuração e a Corregedoria da PM instaurou procedimento cautelar.

O caso e aconteceu em uma festa de vaquejada no município de Barreirinhas, na região dos Lençóis Maranhenses.

Agentes aparecem desferindo socos e chutes em um jovem, além de empurrarem populares que tentavam intervir na ação.

Os policiais envolvidos foram retirados das funções operacionais até o final das investigações.

A Corregedoria da Polícia Militar abriu procedimento para apurar a conduta da equipe. A Secretaria de Segurança afirmou que não tolera desvios de conduta.