quinta-feira, 4 de junho de 2020

Sá Marques volta a cobrar explicações do Executivo sobre gastos na saúde, saneamento básico e infraestrutura em São Luís


Na sessão desta quarta-feira (3), o vereador Sá Marques (Podemos), voltou a cobrar o colega de parlamento, o vereador Pavão Filho, líder do governo na Câmara, bem como o Presidente da Casa, vereador Osmar Filho, sobre o abono dos profissionais da saúde e o pagamento de insalubridade de 40%.

"A Câmara aprovou o projeto e o prefeito não sancionou. O projeto então retornou então para a Câmara. O Presidente Osmar Filho promulgou e será publicado no Diário Oficial, por que até hoje os profissionais da saúde que estão no front da batalha, no combate ao coronavírus, permanecem trabalhando com afinco e comprometidos em salvar vidas sem a devida valorização por parte do Executivo Municipal", relatou Sá Marques.

Aprovar o projeto seria o mínimo direito de dignidade aos profissionais da saúde diante do desafio que estão atravessando, talvez o maior para todos ou para grande maioria.

Sá Marques voltou a cobrar a Presidência da Câmara sobre o cronograma de obras relativo a aprovação de um montante no valor de R$ 243 milhões pela Câmara Municipal de São Luís. O repasse é para realização de obras na área de saneamento básico da cidade. Os vereadores querem saber como esse dinheiro estaria sendo aplicado e em quais localidades de São Luís.

"Até hoje não foi apresentado nada aos vereadores. Assim como os contratos feitos pela Secretaria Municipal de Saúde, as compras feitas pela Secretaria. Nós vereadores temos o direito de saber, a sociedade ludovicense tem o direito de saber, como esse dinheiro está sendo aplicado no combate a pandemia, o secretário Lula Fylho ficou de apresentar a Câmara Municipal e até agora não o fez. O secretário de governo Pablo Rebouças também disse que iria apresentar dados e informações à respeito do trabalho na área de saneamento básico e infraestrutura, em uma audiência pública na Casa, antes mesmo da pandemia, até agora a Câmara também não teve acesso", questionou mais uma vez Sá Marques e outros vereadores.

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