quinta-feira, 15 de julho de 2021

Educação e Saúde promovem formação para profissionais da escola sobre Covid-19

 


Como parte do processo formativo e preparatório para o retorno às aulas presenciais em escolas da Rede Pública Estadual de Ensino do Maranhão, as Secretarias de Estado da Saúde (SES) e da Educação (Seduc) promoveram, nesta quarta-feira (14), uma formação para empresas prestadoras de serviços em unidades escolares da rede e equipes das Unidades Regionais de Educação, sobre a “Covid-19 no Maranhão: Diagnóstico Situacional e retorno às aulas presenciais”.

O encontro foi coordenado pelo subsecretário de Educação, Danilo Moreira, e a diretora científica na Escola de Saúde Pública do Maranhão, Ananda Marques. As discussões contaram com as apresentações da chefe do Departamento de Monitoramento e Avaliação em Saúde (DEMAS), Mayra Nina, que tratou sobre o cenário epidemiológico e de vacinação da Covid-19 no Maranhão, e João Cunha, chefe do CONECTASUS, sobre o fluxo de monitoramento epidemiológico no Sistema Notifica Covid. Também foram discutidos os protocolos sanitários e retorno às aulas, com a mediação do chefe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador da SES, Luciano Mamede, e o secretário adjunto de Administração da Seduc, Vitor Pflueger.

O subsecretário Danilo Moreira destacou que a parceria com a SES tem sido fundamental para o enfretamento da Covid-19, com protocolos de biossegurança para o retorno às aulas presenciais. “A Educação tem feito um esforço para minimizar os impactos da pandemia, e agora prepara com todo o rigor e segurança o retorno às aulas presenciais, dialogando com todos os seguimentos da escola, ouvindo e alinhando os protocolos, de forma democrática. Iniciamos com o diálogo importante com o Sindicato [Sinproesemma] e faremos com outras entidades representativas das nossas escolas”, ressaltou.

“É importante mantermos a segurança de todos da escola. Voltaremos com cuidado, por isso, estamos trabalhando para garantir junto com as Unidades Regionais a estrutura necessária das nossas escolas e materiais como máscaras, álcool em gel, termômetro para aferição de temperatura, além dos demais insumos de limpeza que as escolas já dispõem”, apontou Vitor Pflueger.

Durante a formação, profissionais da escola e das regionais de educação também esclareceram dúvidas sobre os protocolos e o processo de comunicação das informações à comunidade escolar. “Existe um período de adaptação e de conhecimento dos protocolos como ocorreu no início com as escolas particulares, mas, em seguida, a comunidade vai se apropriando e realizando o controle na escola”, informou Luciano Mamede, da SES.

“Sempre que necessário, realizaremos outros momentos como esse”, concluiu Ananda Marques.

Um comentário:

  1. Bem interessante e necessária essa iniciativa, pois aparentemente limpeza é algo fácil e que todos podem fazer mais não é bem assim. Locais públicos sobretudo escolas, o ambiente não é limpo tão bem qt deveria,haja vista que não há uma fiscalização efetiva por parte das empresas terceirizadas e os gestores têm tanta demanda nas escolas que sobra pouco tempo para tratar desse assunto. Eu trabalho em escola municipal, e uma vez fui fazer um trabalho numa escola pública estadual cujos banheiros eram insalubres e o chão coberto por urina já que algumas pessoas usavam o chão para fazer suas necessidades, e lá é uma escola enorme, mas só com cinco operacionais. No caso do município, caso a gestão de Braide inicie as aulas, quero ver quem irá fiscalizar o cumprimento dos tais protocolos de limpeza haja vista que, em algumas UEBs esse trabalho deixa a desejar e uma vez enviei uma mensagem ao ex-secr. de educ. da gestão passada, e ele respondeu que este era um problema do diretor da escola que tinha autonomia para gerenciar a limpeza. Desde que o serviço de limpeza das escolas municipais de São Luís foi terceirizado, eu nunca vi ninguém da Semed ir ás escolas saber se o serviço era ou é feito de forma satisfatória, em algumas UEBs é; em outras nem tanto. O contrato da atual empresa que já está há mais de oito anos a frente do serviço finaliza em setembro, vamos aguardar o que o prefeito ou secretário de educação farão a esse respeito. Espero que o sindicato dos professores fique atento ao protocolo pelo menos enquanto estiver com o vírus circulando na cidade.

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