Um auxiliar de segurança penitenciária foi demitido nesta segunda-feira (10) após agredir Idael Melo Roxo, preso por ter executado o agente penitenciário provisório Jorge Luís Lobo da Cunha, 36 anos, na tarde de domingo (9) na Avenida Litorânea em plena luz do dia. Acompanhe aqui no blog o caso:
O auxiliar teria ficado revoltado com a morte do amigo e deu um soco no detento, e acabou sendo demitido. Neste mês, o funcionário, que foi contratado como temporário, completaria um ano no sistema prisional do estado do Maranhão.
O governo disse que a demissão tem o objetivo de preservar os direitos dos presos. O homicida fez exame de corpo de delito e passa bem. Idael tem outras quatro passagens pela polícia, inclusive por homicídio cometido em setembro de 2016, quando assassinou um outro trabalhador, pai de família no bairro da Cohama. Na ocasião a vítima foi um mototaxista.
Os auxiliares penitenciários temporários não possuem porte de arma fora do ambiente de trabalho, ou seja, se não estiverem trabalhando no sistema prisional não podem está armados.
Nesta segunda-feira (11), o blog conversou com o Presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Maranhão, Ideraldo Gomes, e ele confirmou que as denúncias de ameaças são recorrentes aos trabalhadores do sistema prisional, e que tem solicitado reiteradamente a realização de concurso público, para que possa reverter esta situação de vulnerabilidade tanto físico quanto trabalhista a que são submetidos os agentes penitenciários que não são efetivados no quadro.
Nesta segunda-feira uma nota de repúdio foi publicada por alguns amigos de Jorge Lobo da Cunha. Acompanhe:



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