A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 4º Distrito Naval
(Com4ºDN), analisou os relatórios preliminares da armadora Polaris
Shipping, proprietária do Navio Mercante Stellar Banner, sobre as
inspeções estruturais realizadas por representantes da sociedade
classificadora do navio, com apoio de mergulhadores e de veículo
submarino operado remotamente (Remotely operated underwater vehicle –
ROV), apontando que o graneleiro deve ser alijado (afundado) em águas
profundas, a cerca de 150 quilômetros da costa maranhense.
Para a fase do possível alijamento, ainda deverão ser retiradas as
quantidades de óleos e de resíduos oleosos que permaneceram a bordo
desde a reflutuação. A parte da carga, que ficará no Navio, não oferece
riscos à vida marinha e à vida humana e deverá permanecer em
concordância com as autoridades ambiental e marítima.
O AHTS (Anchor Handling Tug Supply) Bear, o OSRV (Oil Spill Response
Vessel) Água Marinha, o OSV (Offshore Support Vessel) Normand Installer e
o Navio-Patrulha “Guanabara” permanecerão na cena de ação para
monitorar todo o processo de alijamento da embarcação, a fim de evitar
eventuais impactos ambientais.
A Marinha do Brasil, por meio do Com4ºDN e da Capitania dos Portos do
Maranhão, continuará fiscalizando as atividades juntamente com as
autoridades ambientais do Estado do Maranhão, o Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e Secretaria de Estado
do Meio ambiente e Recursos Naturais.
Os órgãos e empresas envolvidas continuam envidando o máximo de
esforços e recursos possíveis, visando solucionar o ocorrido, sempre
atendendo às normas e legislação em vigor, priorizando a salvaguarda da
vida humana no mar, a proteção do meio ambiente e segurança da
navegação.

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