domingo, 18 de outubro de 2020

Sá Marques sai em defesa dos trabalhadores de food truck de São Luís

 


Em campanha em São Luís, o vereador Sá Marques, candidato a reeleição pelo Podemos, esteve na região da Península na capital maranhense. No local, o candidato à reeleição, teve a oportunidade de conversar com as pessoas que passavam por esse importante cartão postal de São Luís. 

   

Só que além de dividir as propostas com os eleitores ludovicenses, Sá Marques, acima de tudo, permanece exercendo as atividades atinentes ao exercício de vereador eleito pela população de São Luís. Coincidentemente, o parlamentar tem uma lei aprovada na Câmara Municipal de São Luís, que trata justamente sobre o trabalho exercido pelos food truck, a regulamentação desse serviço, que é uma das principais atividades econômicas hoje no país, em São Luís não é diferente, e notadamente em pontos turísticos da cidade, como nas áreas do Espigão Costeiro, Centro Histórico de São Luís e Lagoa da Jansen. Nos três locais, o vereador candidato à reeleição, esteve neste final de semana em atividade de campanha.

   

   

   

   

   

Especificamente no Espigão Costeiro, Sá Marques identificou um problema grave, que descumpre uma lei aprovada na Câmara de São Luís, que prejudica os trabalhadores nesta área (food truck) e interfere negativamente na economia local, em um momento delicado ainda de pandemia. 

"Uma situação extremamente triste, constrangedora e acima de tudo que fere a dignidade da pessoa humana. Neste sentido peço o apoio do senhor Jean, que é Defensor Público, os senhores promotores do Ministério Público, Cláudio Guimarães e Cláudio Cabral, que foram os grandes idealizadores de uma lei que é de minha autoria na Câmara Municipal de São Luís, que é a chamada Lei do Food Truck, dos veículos vendedores de lanches. Inclusive a questão da energia elétrica, organização do espaço criado para esse tipo de comércio na Litorânea, foi exatamente por parte de solicitação, exatamente por parte de pressão do Ministério Público, que aqueles trabalhadores passaram a ter aquela estrutura básica para desenvolverem o próprio sustento, e aqui (Espigão Costeiro), simplesmente, os trabalhadores de food truck, não têm energia elétrica. Nesta realidade, a Citelur, responsável pelo abastecimento elétrico, alega segundo os trabalhadores com quem pude conversar, que a justificativa é de que o transformador fica muito distante do local aonde trabalham dignamente e toda semana praticamente a energia elétrica é cortada. E para piorar a situação, isso acontece em um cenário de pandemia, de dificuldade financeira, onde esses trabalhadores só querem os seus sustentos. Eu pergunto, porque a Citelur não faz uma linha subterrânea para ter que permitir o serviço desses trabalhadores, dessas pessoas que precisam sobreviver, trabalho digno, honesto. Então peço o apoio do Ministério Público e da Defensoria Pública, para que nos juntemos e possamos dar uma solução para essa demanda que é constrangedora, humilhante, para esses trabalhadores, pais e mães de família ", ressaltou Sá Marques.

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