Resultado superou desempenho de 2025 com 1.563 a mais
Saiu nesta sexta-feira, 7, o resultado do "Desafio Baixa Extraordinária", lançado pela Corregedoria Geral do Judiciário do Maranhão (CGJ-MA), para reduzir o estoque de processual na primeira instância da Justiça, priorizando a baixa definitiva dos processos mais antigos, nas varas e juizados especiais.
Em 2025, 54.830 processos foram baixados e arquivados. Este ano, o desafio totalizou 6.393 processos baixados em definitivo, com uma diferença de 1.563 processos a mais - um percentual de 2,85% superior ao resultado anterior.
O desafio, realizado de 1º a 31 de julho, incentivou as equipes das unidades judiciárias a reduzir a Taxa de Congestionamento Líquida (TCL) e aumentar o Índice de Atendimento à Demanda (IAD) - indicadores estratégicos utilizados pelo Judiciário nacional para atestar a eficiência da prestação dos serviços.
UNIDADES VENCEDORAS
Entraram no cálculo das baixas movimentos de remessa de recursos para instância superior e para outros tribunais; cancelamento de distribuição; início de liquidação, cumprimento de sentença; arquivamentos e baixa definitiva do processo.
Com base nesses critérios, as varas, juizados especiais e turmas recursais foram classificadas em um escore monitorado pelo Painel de Indicadores, na internet. A classificação foi conforme o desempenho em baixas absolutas, em números brutos; e baixas proporcionais sobre o estoque total.
ALCANÇAR AS PESSOAS
O desafio usou o mote "Cada baixa conta, cada unidade importa", para incentivar as equipes de trabalho. O corregedor-geral colocou a sua equipe de auxiliares diretos à disposição das unidades para orientar e auxiliar a obter a classificação.
Para o corregedor, a maior motivação da gestão foi garantir a Justiça "efetiva, rápida e objetiva", para aquelas pessoas que batem às portas do Poder Judiciário. Com esse propósito, disse, a Corregedoria está de "portas abertas" para orientar e colaborar com quem precisa de algum apoio, ou de alguma sugestão para desempenhar bem o seu trabalho.
"Esse é o nosso propósito número um - não é punir, não é corrigir - é orientar, para que magistrados e magistradas e todos os nossos colaboradores e colaboradoras alcancem os objetivos a que se propõem", declarou o corregedor.

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