Cerca de 40 mil pessoas, de todas as regiões do Maranhão, estiveram presentes no Estádio Municipal Nhozinho Santos, no Centro de São Luís, nesta sexta-feira, para declarar apoio ao senador Weverton Rocha (PDT) para o Governo do Estado.
O pedetista teve sua candidatura oficializada durante convenção conjunta que, além do PDT, envolveu outros partidos, como Republicanos, PL, PROS e PTB, que formam a coligação Juntos pelo Trabalho.
Lideranças políticas de outras siglas, como União Brasil, PT e Rede Sustentabilidade, também se fizeram presentes.
O deputado estadual Hélio Soares, do PL, será o candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo senador.
Tanto a parte interna, quanto a externa, do estádio ficaram lotadas de apoiadores, nas arquibancadas e no gramado, que recebeu um piso especial para não ser prejudicado.
Caravanas vindas de todos os 217 municípios tomaram as ruas próximas ao Nhozinho.
Weverton lidera uma frente partidária ampla que defende uma nova gestão para o Maranhão, pautada na geração de trabalho e renda; na melhoria dos indicadores sociais; atração de novos investimentos e execução de ações governamentais que incentivem setores públicos.
Em seu discurso, o candidato agradeceu as milhares de manifestações de apoio e carinho, não só durante a convenção, mas por onde passa pelo Maranhão.
Disse que não governará colocando ideologias políticas e partidárias à frente dos interesses dos maranhenses, buscando entendimento e parceria com o Governo Federal.
O ex-presidente da Emserh Marcos Grande anunciou nesta semana a retirada da sua pré-candidatura a deputado federal nas eleições deste ano.
Nas redes sociais, ele anunciou que, a partir de agora, ele apoiará o projeto de Flávia Alves Maciel. Ambos são do PCdoB.
“Minha história de militância política sempre foi em prol da coletividade e da justiça social, sob a bandeira do meu partido PCdoB. Na esteira desse projeto, anuncio para todos e todas que me acompanham e acreditam no meu trabalho: caminharei ao lado da pré-candidata a deputada federal @flaviaalvesmaciel do PCdoB, na busca de uma vaga para a Câmara dos Deputados”, declarou.
E completou: “Uma liderança de renovação, comprometida com princípios que eu compactuo e que, sem sombra de dúvidas, fará a defesa do SUS e da classe trabalhadora da saúde, temas primordiais dentro das minhas convicções”.
Na manhã desta sexta-feira (29), a Polícia Civil do Maranhão deflagrou uma operação e cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão contra assaltantes de motoristas de aplicativos, na capital maranhense.
Os alvos da ação policial foram os bairros do Coroadinho e Liberdade, tendo como resultado a prisão de duas pessoas.
A operação ainda conseguiu apreender uma quantidade expressiva de drogas já prontas para comercialização e uma quantia em dinheiro.
O policial civil Luís Carlos Amaral Aragão foi condenado a 33 anos, um mês e quinze dias de reclusão por homicídio simples, em concurso material de pessoas, de Kervy Sousa Cutrim, Flávio Marques Mesquita, Ramilson da Silva Araújo e de mais um adolescente (G.S.C). Os crimes ocorreram na Estrada da Vitória, bairro Apeadouro, por volta das 21h do dia 28 de abril de 2017. O julgamento, que ocorreu no 3º Tribunal do Júri, no Fórum Des. Sarney Costa (Calhau), começou por volta das 9h30 desta terça-feira (26) e só terminou perto da meia-noite.
Na sentença condenatória de Luís Carlos Aragão, os jurados reconheceram a materialidade e autoria do réu e negaram sua absolvição. A pena deve ser cumprida inicialmente em regime fechado. Como efeito da condenação foi declarada na sentença a perda do cargo/função de policial civil. O juiz que presidiu o julgamento, José Ribamar Goulart Heluy Júnior, titular da 3ª Vara do Tribunal do Júri, concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade, “Por ser servidor público, ter bons antecedentes criminais, endereço conhecido nos autos e comparecido a todos os atos processuais”.
Na acusação atuou o promotor de Justiça Samaroni Maia e na defesa do réu, uma banca de advogados, tendo à frente Ângelo Calmon, Adriano Wagner e João Bentivi. A defesa requereu, inicialmente, a absolvição do acusado por ação no cumprimento do dever legal e legítima defesa, e de forma secundária, o reconhecimento da causa de diminuição da pena.
Durante a sessão de julgamento desta terça-feira (26), foram ouvidas nove testemunhas, uma delas por videoconferência, e por último o réu. Segundo a denúncia do Ministério Público, no dia 28 de abril de 2017, o policial Luís Carlos Aragão matou Kervy Cutrim, Flávio Mesquita, G. S. C., e Ramilson Araújo com disparos de arma de fogo, numa perseguição, onde o veículo no qual estavam as vítimas capotou.
Na sentença condenatória, o juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior afirma que a culpabilidade do réu “deve aumentar as penas pela exteriorização da vontade dele em matar as quatro vítimas, demonstrada pelo fato de ter efetuado os disparos próximo delas”. Ainda na sentença, o magistrado destaca que “as circunstâncias dos quatro crimes devem aumentar a penas porque os disparos foram efetuados quando as vítimas estavam indefesas dentro do veículo tombado.”
Diante da vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de intenção de voto no Nordeste, o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, escondem o presidente Jair Bolsonaro das campanhas dos seus principais aliados locais. No Piauí, o diretório estadual do Progressistas, controlado por Nogueira, acionou o Tribunal Regional Eleitoral para tentar proibir a circulação de imagens de seus candidatos ao lado do presidente.
Na ação, o partido do ministro justifica que Bolsonaro “possui altíssimo índice de rejeição em pesquisas mais recentes” e diz que o material que circula no WhatsApp dos seus candidatos ao lado do presidente é “fake news”. O Progressistas afirmou ao TRE que, diante da impopularidade do presidente, eles serão prejudicados se aparecerem ao seu lado. A Justiça Eleitoral negou o pedido. “Está claramente nos limites da liberdade de expressão e comunicação”, diz sentença de junho.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 28, mostra que Lula aparece 35 pontos à frente de Bolsonaro nas intenções de voto para o primeiro turno no Nordeste. O que dá ao petista 59% da preferência ante 24% do presidente. Em maio, o instituto mostrou que Bolsonaro é rejeitado por 65% dos eleitores da região, que não votam nele “de jeito nenhum”. Lula é rejeitado por 22% dos nordestinos.
Senador licenciado, Ciro Nogueira tem mandato até fevereiro de 2027. Na disputa deste ano, tenta eleger aliados em diferentes palanques. Entre eles, o responsável pela ação para proibir santinhos vinculando Bolsonaro aos candidatos da sigla, o presidente do PP no Piauí, Júlio Arcoverde, que busca um mandato de deputado federal. Ciro o escolheu para comandar o partido no Estado e empregou o filho do correligionário no seu gabinete no Senado.
Assim como o ministro da Casa Civil, Arthur Lira também esconde o presidente na sua propaganda em Alagoas. Suas publicações o apresentam como “Arthur Lira é foda” e não trazem menção a Bolsonaro. Com R$ 16,5 bilhões de orçamento secreto para distribuir entre seus aliados no Congresso, os marqueteiros de Lira apostam na imagem de um tocador de obras independente e padrinho direto dos recursos para o Estado.
Candidato à reeleição, Lira apoia um antibolsonarista ao governo de Alagoas, o senador licenciado Rodrigo Cunha (União Brasil). Em 1999, o então deputado Jair Bolsonaro votou contra a cassação de um colega que mandou matar a mãe de Cunha e saiu em defesa do mandante do crime político. Na terra de Lira, sobrou para Bolsonaro o palanque de Fernando Collor (PTB-AL).
Enquanto isso, a quilômetros de Alagoas, no Rio de Janeiro, Lira compareceu à convenção do PL vestido com uma camiseta com a inscrição “Bolsonaro 2022″. O presidente retribuiu: “Lira tem colaborado muito com o nosso governo. Graças ao Lira conseguimos aprovar leis que baixaram os combustíveis”.
É quase um jogo duplo. Ao mesmo tempo que comandam a articulação política do governo e a distribuição das verbas do orçamento secreto, os dois aliados mais influentes de Bolsonaro evitam parecer adversários de Lula nas campanhas estaduais, enquanto em Brasília fazem oposição ao petista ecoando o discurso do presidente.
No Piauí, Ciro Nogueira também não dará palanque a Bolsonaro. Seu candidato ao governo, Silvio Mendes (União Brasil), já disse em entrevista que não apoia o presidente. “Vou não. Eu não faço qualquer coisa. Eu tenho muitos princípios. Não vou me afastar dos meus princípios, das minhas crenças”, afirmou. A chapa tem a ex-mulher do ministro Iracema Portella (Progressistas-PI) como vice.
“É preciso acabar com essa frescura de dizer que não é Bolsonaro”, tem afirmado o prefeito de Parnaíba, Mão Santa (União Brasil). Numa disputa polarizada entre Silvio Mendes e o petista Rafael Fonteles, Bolsonaro terá o apoio de Coronel Diego, candidato pelo PL.
O cientista político e professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI) Vitor Sandes explica que o custo político de se investir na “bolsonarização” num Estado como o Piauí “é bastante elevado”. Na avaliação dele, o ministro Ciro Nogueira sabe separar as coisas. “Ele faz vídeos falando do Bolsonaro, das obras e tal, mas não vincula isso à candidatura do Silvio Mendes.”
A cientista política e pesquisadora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Carolina de Paula complementa ao afirmar que os políticos do Centrão “estão aguardando o que vai acontecer, pensando também na sua própria eleição, no seu próprio Estado”. Segundo ela, as prioridades têm uma escala. “Primeiro, eles precisam se eleger. Depois, eleger os aliados. Em terceiro lugar, talvez, esteja o Bolsonaro”, disse.
Fernando Collor
O senador e ex-presidente da República vai concorrer ao governo de Alagoas. Ele tem o apoio de Jair Bolsonaro (PL) e é presença constante em eventos com o atual presidente.
Silvio Mendes
Senador licenciado, é o candidato do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas), ao governo de Alagoas. Cunha rejeita a presença de Bolsonaro em seu palanque.
Coronel Diego
O PL confirmou a candidatura do militar ao governo do Piauí, em convenção realizada na semana passada. Ele apoia a reeleição de Bolsonaro, que ficou sem palanque entre os dois principais candidatos.
Silvio Mendes
Ex-prefeito de Teresina, Mendes é o candidato de Ciro Nogueira ao governo do Piauí. Ele disputa pelo União Brasil ao lado da ex-mulher do ministro, a deputada Iracema Portela (Progressistas), candidata a vice na chapa, e faz oposição a Bolsonaro.
Três homens armados assaltaram funcionários de uma casa lotérica na manhã da última quarta-feira (27) localizada no município de Santa Inês, interior do Maranhão.
De acordo com formações da polícia, os funcionários saíam de uma agência bancária com o dinheiro que iria abastecer a casa lotérica quando foram abordados pelos suspeitos em uma motocicleta. Os homens armados levaram cerca de R$ 60 mil das vítimas, quantia que seria destinada para o pagamento de beneficiários do Auxílio Brasil.
Imagens das câmeras de segurança registraram o momento da fuga dos suspeitos em uma motocicleta. A Polícia Militar fez buscas na cidade, porém até o momento não conseguiu localizar os suspeitos. O Caso está sendo investigado.
Um motociclista identificado como Gerciano Pinto Fróes, de 65 anos, morreu no começo da tarde desta sexta-feira (29) após ter a cabeça esmagada em um grave acidente de trânsito na avenida Edison Brandão no Anil, em São Luís.
De acordo com informações da polícia, o motociclista acabou colidindo com um caminhão. Devido o forte impacto, a vítima acabou tendo a cabeça esmagada pelo veículo.
As equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e os bombeiros militares foram acionados e constataram a morte da vítima.
O corpo da vítima foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) do Bacanga para ser necropsiado.