O ministro do Esporte, André Fufuca, apresentou nesta semana, na Câmara dos Deputados, um balanço robusto de sua gestão antes de deixar o cargo, no final de março, para retomar seu mandato parlamentar e focar na disputa eleitoral de 2026. Um dos destaques foi o salto orçamentário da pasta, que saltou de R$ 607,7 milhões em 2023 para uma previsão de R$ 3,19 bilhões em 2025, um crescimento superior a cinco vezes.
Entre os marcos deixados como legado, Fufuca destacou a transformação da Lei de Incentivo ao Esporte em política permanente, cuja captação de recursos ultrapassou a marca dos R$3 bilhões, atingindo a marca histórica de 1 milhão de beneficiados; André Fufuca também enfatizou a criação da Universidade Federal do Esporte, projeto já aprovado pelos deputados.
No campo da infraestrutura, o ministro ressaltou a conclusão de mais de mil obras e a retomada de projetos parados, que saltaram de 500 em 2023 para mais de 2.900 frentes de trabalho em 2026. Ele também enfatizou o sucesso do Bolsa Atleta, que atingiu o investimento recorde de R$ 177 milhões, garantindo que 100% dos medalhistas brasileiros em Paris 2024 fossem beneficiários do programa.
No aspecto social, o programa TEAtivo, voltado para pessoas com autismo, foi classificado pelo ministro como sua maior realização humanitária, que beneficia cerca de 5 mil famílias atualmente. Ao agradecer ao presidente Lula pela confiança, Fufuca afirmou sair com a “consciência tranquila” e a convicção de que entrega um ministério muito mais estruturado do que o que recebeu. A gestão termina com o Brasil confirmado como sede da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, consolidando a presença internacional do país no cenário esportivo.

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