O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de soltura da advogada e 'influenciadora' Deolane Bezerra, mantendo sua prisão preventiva. A operação investiga suposta lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
O ministro afirmou que não identificou "manifesta ilegalidade" na decisão de primeira instância que justificasse a concessão de um habeas corpus de ofício.
Dino destacou que o STF não é a instância correta para analisar o pedido de liberdade, uma vez que o caso ainda está tramitando na primeira instância da Justiça.
Na mesma decisão, ele reforçou que a prisão preventiva se justifica pelo risco à aplicação da lei penal (citando risco de fuga), movimentações financeiras incompatíveis e uso de empresas de fachada para ocultar valores.
A empresária é suspeita de integrar o núcleo financeiro da facção criminosa, movimentando cifras milionárias provenientes de esquemas ilícitos.
Após a detenção, Deolane foi transferida da Penitenciária Feminina de Santana, na Grande São Paulo, para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior do estado.

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