O programa Conciliação Itinerante, do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do Tribunal de Justiça do Maranhão (Nupemec/TJMA), registrou R$ 1.142.117,37 em valores negociados, de 20 a 24 de julho, nas comarcas de Coroatá, Timbiras e Peritoró. A ação realizou 435 acordos, com um índice de 74,87% nesta edição, com o apoio de órgãos parceiros.
O Núcleo é coordenado pelo juiz Rodrigo Nina e presidido pelo desembargador Nilo Ribeiro.
Esse é o propósito da nossa política de conciliação. É aproximar a Justiça da sociedade, possibilitar às partes que solucionem os seus problemas, através do diálogo, da conversa, do entendimento. E ainda aquelas pessoas que não figuram no processo judicial, a gente está aqui também de portas abertas para recebê-los e resolver as questões pré-processuais", relata o desembargador Nilo Ribeiro
Todos os atendimentos são gratuitos, o Tribunal de Justiça não está cobrando as custas judiciais, porque os clientes são beneficiários da gratuidade, e a população pode, através do acordo, abreviar e resolver os processos da forma mais rápida possível", reforçou o juiz Rodrigo Nina
- RESUMO ESTATÍSTICO
- Audiências designadas: 601
- Audiências realizadas: 581
- Audiências não realizadas: 20
- Acordos realizados: 435
- Percentual de acordos: 74,87%
- AUDIÊNCIAS REALIZADAS
- Pré-processual: 344
- Processual: 237
- Total: 581
- AUDIÊNCIAS NÃO REALIZADAS
- Canceladas: 4
- Ausência de ambas as partes: 16
- Ausência de notificação: 0
- Problemas técnicos das partes: 0
- Problemas técnicos do Cejusc: 0
- Total: 20
- ACORDOS
- Pré-processual: 342
- Processual: 93
- Total: 435
- Valor total dos acordos: R$ 1.142.117,37
- OUTROS ATENDIMENTOS
- Encaminhamentos: 3
- Exames de DNA: 6
ATENDIMENTOS
As pessoas interessadas em participar de audiências de conciliação podem obter informações ou esclarecer dúvidas pelo telefone e WhatsApp (98) 2055-2283 ou por meio de um formulário eletrônico disponível no Portal do TJMA. O atendimento é realizado por conciliadores do TJMA capacitados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Nenhum comentário:
Postar um comentário