Professor Marco Aurélio (PSB) assumiu, na manhã desta quarta-feira (17), o mandato na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema). Ele assume o lugar do deputado Carlos Lula (PSB), que pediu licença das atividades parlamentares nos termos do artigo 72, inciso II e III do Regimento Interno da Casa.
A posse do novo deputado foi feita pelo vice-presidente da Assembleia, deputado Antônio Pereira (MDB), que conduzia os trabalhos da sessão plenária.
Após o rito de praxe da posse, Professor Marco Aurélio, em seu pronunciamento, afirmou que chega ao Parlamento estadual com humildade e responsabilidade, honrando os votos que recebeu.
“É uma enorme honra retornar a este Parlamento, de cuja história fiz parte em duas legislaturas. E eu agradeço a Deus por este momento de voltar com a experiência que tive ao longo de toda a minha trajetória. Comecei na sala de aula, disputei eleições, perdi várias, até que fui eleito vereador de Imperatriz. Depois, fui eleito deputado estadual e, aqui nesta Casa, fui liderado por pessoas a quem tenho grande gratidão, a quem tenho grande amizade e eterno reconhecimento, a exemplo do presidente Humberto Coutinho, a exemplo do presidente Othelino Neto. E aqui fiz grandes amigos”, assinalou Professor Marco Aurélio.
Ele acrescentou que a política é boa, porque dá oportunidade de fazer grandes amigos: “E nós, ao longo dessa caminhada, nas duas legislaturas, pudemos transformar muitos sonhos em realidade. Eu destaco o principal deles, que é a luta pela criação da UemaSul, que, junto com o Flávio Dino e com a comunidade acadêmica, nós tivemos a honra de transformar a realidade do ensino superior em nossa Região Tocantina, ampliando portas, criando inúmeras novas vagas, novos cursos e novos campi”.
Professor Marco Aurélio proferiu palavras de gratidão ao deputado Carlos Lula e a diversas personalidades políticas do Estado, destacou a importância dos investimentos no ensino superior e, especialmente, na educação básica.
“Lutamos por estas bandeiras e isto nos dá um orgulho muito grande, sobretudo para quem faz o mandato, para quem faz política, para criar a independência das pessoas e não um ciclo de dependência, que muitas vezes é o que se busca por parte de alguns políticos”, assinalou.

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