sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Governo consolida avanços nas UTIs adultas com base em monitoramento contínuo de indicadores

 

O Governo do Estado celebra o avanço na qualidade da assistência ofertada pelas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) adultas nas unidades de saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Com base na análise de dados entre 2021 e 2025, a rede estadual ampliou o número de internações, reduziu a taxa de óbitos e aumentou o percentual de pacientes com alta médica.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Tiago Fernandes, o resultado se deve à ampliação do acesso e à melhoria da qualidade do cuidado. “Antes, a cada quatro pessoas que passavam por uma UTI, apenas uma sobrevivia. Hoje, três a cada quatro pacientes conseguem se recuperar plenamente. Ficamos orgulhosos do que isso representa. Esses números evidenciam que o governo tem investido em organização, decisões estratégicas e na qualificação das equipes, tudo para cuidar melhor de quem precisa”, afirmou.

Atualmente, existem na Rede Estadual de Saúde 418 leitos de UTI adulto, distribuídos em 44 hospitais situados na capital São Luís e interior. Desde 2022, o Maranhão praticamente dobrou o número de internações em UTIs adultas. O estado saiu de 8.286 internações em 2021, período ainda marcado por alta demanda em razão da pandemia, para 16.342 internações em 2025.

Em termos práticos, isso significa que mais maranhenses conseguiram acesso ao cuidado intensivo quando mais precisaram, permitindo que um número maior de pacientes em estado crítico fosse atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O Hospital Dr. Carlos Macieira é reconhecido como unidade de referência para procedimentos de alta complexidade, e oferta atendimento multiprofissional em mais de 37 especialidades médicas. 

Ocupação de leitos

Segundo levantamento da SES, a taxa de ocupação dos leitos apresentou elevação progressiva até 2023. A partir de 2024, houve redução desse indicador, mantida em 2025, sinalizando maior equilíbrio entre oferta e demanda. Esse cenário está associado à ampliação de leitos, ao fortalecimento da regulação estadual e à melhoria da organização do fluxo assistencial, evitando períodos prolongados de superlotação.

“Atualmente, o tempo médio de permanência de um paciente na UTI diminuiu de oito para seis dias. Com isso, houve também redução no tempo em que um leito permanece vazio, ou seja, entre um paciente e outro, garantindo mais agilidade e ampliando o número de pessoas atendidas”, pontuou o secretário Tiago Fernandes.

A redução indica maior eficiência na condução clínica dos pacientes, com altas ocorrendo no momento adequado e com segurança, o que possibilita maior rotatividade dos leitos e amplia a capacidade de atendimento da rede, sem necessidade imediata de expansão física.

Taxa de óbito

Outro dado importante foi a queda da taxa de óbito, que foi reduzida pela metade. O Maranhão passou de 42,36% em 2021 para 21,48% em 2025. Atualmente, 75% dos pacientes internados nas UTIs da Rede Estadual de Saúde conseguem retornar para casa.

Os indicadores mostram que o Governo do Maranhão ampliou o atendimento a pacientes graves, utilizou melhor os leitos disponíveis e reduziu a mortalidade. Os avanços refletem melhorias estruturais, operacionais e assistenciais na rede estadual de UTIs do SUS.

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